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Não tenha vergonha de vender na crise

É preciso respeitar aqueles que estão se reinventando e encontrando novas formas de garantir seu sustento.

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Não tenha vergonha de vender na crise. Dizer que há algo errado nisso é um dos argumentos mais injustos que tenho visto por aí.

Se você vê problemas em quem está vendendo é a sua concepção sobre vendas que está errada.

Vender é resolver problemas, melhorar a vida dos outros e ser remunerado com justiça por isso.

É preciso respeitar aqueles que estão se reinventando e encontrando novas formas de gerar emprego, renda e o próprio sustento. É preciso respeitar executivos que estão gerindo a crise em empresas e no setor público. É preciso respeitar todos os trabalhadores, cujo esforço garante seu consumo e sua qualidade de vida no conforto do home office. É preciso respeitar os vendedores.

Muitas empresas não sobreviverão a esse momento em qualquer cenário. Mais gente perderá o emprego do que conquistará uma vaga. Sem focar em novas formas de vender, é 100% garantido que teremos o pior cenário.

Nem todo mundo é consultor, influenciador ou freelancer que trabalha remoto. Falo isso com a tranquilidade de quem atua nesse contexto e consegue realizar parte do próprio trabalho online.

Porém, empatia não é medir o mundo pela sua própria régua. Basta que você tenha clientes, amigos ou familiares para entender o meu ponto.

Líderes que empregam pessoas, que mantém uma estrutura de lojas, fábricas ou escritórios, que tem contratos vigentes e precisam honrá-los não podem simplesmente dar um tempo, não pensar em negócio, e aproveitar o momento para cuidar da sua marca pessoal até a crise passar. 

No mundo dos produtores de conteúdo das redes sociais, isso pode até ser um caminho. Não é um bom caminho, pois quem não vende, quebra, com crise ou sem crise, mas ok. Na realidade da maioria, existem outras pessoas dependendo dos que estão atuando em regime de contingência.

Não estou defendendo o fim da quarentena, do distanciamento social, nem qualquer outra polêmica desse tipo. Não sou médico, portanto sigo as recomendações dos profissionais de saúde.

Estou fazendo um contraponto necessário àqueles que acham que podem julgar o esforço alheio. Também estou exaltando e marcando posição em favor dos que estão se reinventando para continuar colocando comida na mesa.

Quem somos nós para julgar quem pode ou não vender? Quem somos nós para determinar quem pode ou não fazer lives? Quem somos nós para ousar dizer quem pode ou não aprender novas formas de garantir seu sustento?

“Ah, mas o problema é que tem muito oportunista!”

Eu confio na capacidade intelectual e no discernimento dos meus clientes atuais e futuros. Quando estou na condição de consumidor, não quero que outra pessoa decida por mim o que eu devo ou não comprar.

O que não tem valor para mim, pode estar melhorando a vida de alguém.

A melhor forma de melhorar a qualidade do mercado como um todo é zelar pela qualidade daquilo que você oferece, jamais tentar cercear a liberdade do outro.

Quem melhor do que os próprios clientes para definirem o que é bom e o que não é?

Ou você é inovador e colaborativo ou torce o nariz para quem está usando a tecnologia para reinventar seu modelo de negócios e sua carreira. Os dois não dá.

O melhor da revolução digital é descentralizar a possibilidade de começar, de criar, de gerar valor. 

Nesse contexto, aprender a vender é o maior instrumento de libertação individual que eu conheço.

Vender é servir sem jamais estar sob o jugo de outro ser humano.

Tenha orgulho se, apesar de tudo, você está seguindo em frente.

Tenha orgulho de estar lutando por aqueles que você ama.

Sim, vai passar e quando passar seu cliente vai lembrar ainda mais de você, porque você enfrentou tudo isso com dignidade.

 Você tem o meu respeito e a minha admiração.

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