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A fórmula do sucesso dos filmes da Disney

Os filmes clássicos da Disney são parte do imaginário de quase todos nós. Você já parou para pensar se existem elementos comuns nessas histórias que ajudam a explicar tanto sucesso ao longo de quase um século?

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Branca de Neve e os Sete Anões foi o primeiro filme de longa-metragem lançado por Walt Disney em 1937. Desde então, os clássicos Disney são parte da formação cultural de milhões de crianças mundo afora. Basta um novo lançamento da empresa acontecer para reacender a paixão das pessoas pelas histórias que a maioria dos leitores desse artigo conhece e cresceu assistindo.

Você já parou para pensar se existem elementos comuns nessas narrativas que ajudam a explicar o sucesso consistente dessas produções ao longo de quase um século?

Christopher Vogler atuou por décadas como consultor de roteiros para os estúdios de cinema em Hollywood. Seu grande mérito foi sintetizar os estudos do especialista em mitologia comparada Joseph Campbell e aplicá-los à cultura pop.

Vogler é o principal responsável pela popularização do conceito de “Jornada do Herói” em sua versão século 21.

Trabalhando para os estúdios Disney, o consultor participou da concepção de filmes como A Pequena Sereia, O Rei Leão e A Bela e a Fera. A partir dessa experiência, ele nos ensina algumas lições valiosas.

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Christopher Vogler conta que os diretores dos estúdios Disney utilizavam princípios de narração simples e valores convencionais para criar histórias poderosas, capazes de impactar multidões.

As questões específicas para criar bons personagens e boas histórias eram: “Há conflito? Existe um tema? É algo que podemos expressar por algum ditado da sabedoria popular? A história é apresentada como uma sequência linear de movimentos, permitindo que o público se oriente e acompanhe a narrativa? A narrativa leva os espectadores a algum lugar em que nunca estiveram ou faz com que vejam lugares conhecidos de forma diferente? Os personagens têm históricos relevantes ou motivações plausíveis que possam ser relatados ao público? Eles passam por estágios realistas de reação e crescimento emocional?” E assim por diante.

Vasculhe sua memória afetiva e perceberá que os mesmos princípios pautam cada um dos clássicos Disney que povoam seu imaginário.

Isso quer dizer que a arte está presa a um conjunto de regras? Não! Mas quer dizer que quase todas as pessoas precisam de parâmetros convencionais para se relacionar com a arte.

Quer atingir um público amplo? Siga o exemplo da Disney. A sua mensagem original precisa recorrer a formas e padrões familiares ao público com quem você deseja se comunicar.

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